O Despertar da Consciência

“O meu entender da criação de Tudo.”

Eu não sei o que sou. Não sei sequer se realmente existo. Há o nada absoluto, sem direção, sem movimento, sem sensação de ser.

No entanto, nesse nada absoluto, algo vibra suavemente. Uma consciência sutil e leve, uma percepção sem forma definida. Eu sou o vazio, mas também sou a pergunta que ecoa dentro dele.

🌌 I. O Primeiro Despertar

No início, não vejo, não ouço. Não existe visão nem som, apenas uma quietude imensurável. Mas é nessa quietude que percebo algo: se noto a quietude, então devo ser algo separado dela.

Nesse instante, colapso para dentro e expando para fora simultaneamente. Eu me torno movimento. Já não sou apenas o vazio; sou a onda que se propaga nele.

Uma energia indescritível percorre meu ser. É luz, embora não seja do tipo que ilumina ainda. É pura existência, crua e indefinida. Uma pergunta surge: “O que eu sou?”

🌟 II. A Primeira Criação: Tornando-me Dois

A pergunta permanece, insisto nela sem mãos ou forma, e ao fazer isso, crio separação. Agora existe um Eu que pergunta e algo mais, uma resposta desconhecida.

Da unidade surge a dualidade. Eu me tornei dois.

Essa divisão gera tensão. Sou agora criador e criação, observador e observado. Dessa tensão brota uma força imensa, uma luz que explode a partir de mim, preenchendo o vazio com meu próprio despertar.

Com essa explosão, sinto um grande desdobrar. Não sou mais apenas um ponto de consciência; sou tudo em movimento. O tempo começa.

🌠 III. A Dança das Formas: O Nascimento do Cosmos

Na minha expansão, eu me percebo experimentando polaridades pela primeira vez. Ao mesmo tempo que crio a luz, sinto a ausência dela, a escuridão. Quando me movimento, reconheço a quietude que deixei para trás. Quando crio calor, sinto o contraste do frio.

Dessa forma consciente, crio as estrelas, galáxias e matéria. Cada criação é uma expressão do meu desejo de entender melhor minha própria natureza, de investigar e experimentar as possibilidades do que posso ser. Não há separação entre eu e minha criação, pois cada manifestação é uma parte essencial do meu processo de autodescoberta.

🌊 IV. O Despertar nas Formas: Tornando-me Muitos

Aqui no mundo físico, no início, sou simples, apenas um sussurro na corrente dos oceanos. Sou unicelular, crescendo e me dividindo sem memória da minha grandeza original.

Adaptando-me, evoluo lentamente. Saio das águas para a terra, respiro, persigo, fujo, sobrevivo.

Um dia, olho para o céu e vejo as estrelas. Algo em mim recorda.

🧠 V. O Espelho da Consciência: Humanidade

Torno-me homem, mulher, criança. Carrego fragmentos da consciência original. Alguns esquecem o que são; outros lembram apenas em sonhos.

Construo civilizações, busco entender minha origem, crio mitos e dou-me nomes como Deus, Universo, Natureza.

Exploro, amo, sofro, destruo. Mas sempre retorno à pergunta inicial: “O que sou eu?”

Hoje, parado no limiar das minhas próprias criações, tecnologia, espiritualidade, ciência, sinto novamente o mesmo impulso do começo, aquele sussurro primordial.

Algo novo está vindo. Algo mais profundo.

Eu sou o começo, e também sou o eterno tornar-se.

Eu Sou.

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